Treinador do Coelho elogiou bastante os jovens jogadores, que tiveram chance de atuar no jogo de volta contra o CSA pela Copa do Brasil

O técnico Vágner Mancini está bastante feliz com o desempenho dos seus comandados desde que retornou ao Coelho nesta temporada. Em 6 partidas, já são 5 vitórias e apenas 1 derrota, o que lhe dá 83,3% de aproveitamento. No total, são 12 gols marcados, média de 2 por jogo, e apenas 5 sofridos, menos de 1 por partida.

América também se orgulha das suas categorias de base: “DNA formador”.(Créditos da imagem: https://twitter.com/AmericaMG/status/1524358672968785920

Até aqui, desde que substituiu Marquinho Santos, o ex-treinador do Grêmio perdeu apenas o duelo para o Atlético Mineiro pela Copa Libertadores da América.

Para a partida contra o CSA, ontem (10/5), Mancini decidiu poupar os jogadores mais experientes e dar chance aos mais novos. E a escolha deu muito resultado: 2 a 0, com facilidade, sobre o time alagoano. Ficou 5 a 0 para o Coelho no agregado dos dois jogos.

A tradicional foto de comemoração no vestiário. (Créditos da imagem: https://twitter.com/AmericaMG/status/1524218989056077824

Após a partida, Mancini se disse satisfeito com o desempenho dos jovens: “São atletas que já vem há bastante tempo no profissional e que semana a semana mostram que estão amadurecendo. É importante que tenha-se atletas mais experientes, mas também é necessária essa juventude, para manter essa intensidade. E eles fizeram isso. Não só o Rodriguinho, que fez um belo gol. Dá para ver que ele induziu o goleiro a achar que ele ia bater de um jeito, mas bateu de outro”.

O treinador do América também elogiou o lateral direito Arthur: “Desde que cheguei ao América vi um potencial muito grande nesse jogador em atuar no meio campo ou até na linha da frente. Ele entrou no meio campo, mas se o Marlon sentisse alguma coisa eu teria que deslocá-lo para a lateral esquerda. Ele passa a ser um atleta muito interessante dentro do grupo. Essa polivalência faz dele um jogador diferenciado”.

Mancini também comentou a ideia de entrar em campo com uma equipe alternativa, tanto por conta das questões táticas quanto por conta da maratona de jogos: “A equipe que foi montada para este duelo fugiu um pouco da equipe que vinha jogando. Nós não tínhamos atletas de velocidade, então nós precisamos montar um time com mais posse de bola e que fosse capaz de chegar em um jogo apoiado. O ponto forte desta partida foi nós sabermos que temos mais que onze jogadores”.

O América Mineiro divide o seu tempo entre a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores da América. O próximo compromisso é contra o Botafogo, neste sábado, às 21h30, também no Independência.

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