O clube surgiu em 1994, em Boston, Massachussetts, com o sucesso da copa da FIFA nos Estados Unidos, e a eminente fundação da mais nova liga de futebol norte-americana, a MLS (Major League Soccer).

Com o investimento do empresário Robert Kraft - também dono do New England Patriots -, o New England Revolution surgiu como um dos dez primeiros clubes a estrear na MLS, que teria sua primeira temporada no ano seguinte, em 1995. O time faz parte da divisão Leste (Eastern Conference) da MLS, que também é composta pela divisão Oeste (Western Conference).

Os primeiros anos do Revs não foram tão promissores. Em seu debute, de 1995, o time foi um de dois a não chegar nas finais da liga. No ano seguinte, apesar de alcançar a final, o Revolution perde logo no primeiro round. Entre 1995 e 2001, o time mantém o mesmo nível mediano de performance, sem criar grandes expectativas entre os torcedores, e perdendo cada vez mais fama em campo. Entre as temporadas de 1997 e 2001, o Revs nunca chega nas finais.

Entre os anos de 2002 a 2007, nas mãos do técnico Steve Nicol – ex meio-de-campo do Liverpool –, o New England Revolution começa a mudar seu desempenho na MLS. Entre esses anos, o time consegue alcançar as finais das conferencias, isto é, fica em um bom posicionamento na sua divisão – primeiro lugar em 2002 na divisão Leste. Além disso, chegam até as finais da MLS Cup e saem vitoriosos da U.S. Open Cup (campeonato anual dos Estados Unidos), em 2007. Apesar de não triunfarem nas finais da MLS, a mudança de performance rendeu boas expectativas para o clube.

Contudo, entre os anos de 2008 a 2013, o Revs volta ao rebaixamento, decaindo na qualidade em campo, e ficando para trás nas posições. Durante 2008, o clube participa de quatro competições, a grande maioria graças ao desempenho do ano anterior: MLS, CONCACAF Champions League e SuperLiga.

O primeiro semestre do ano foi de bom grado. O Revs alcança bom posicionamento na MLS, e ainda vence a SuperLiga, derrotando o Houston Dínamo, que foi um grande rival nas temporadas anteriores. Mas a sorte para por aí. Sua aparição na CONCACAF foi passageira, e seu posicionamento na MLS decai. Apesar disso, o início da temporada rende o quinto lugar no quadro geral para o time.

WASHINGTON, DC – 28 DE OUTUBRO: Membros do New England Revolution reagem após atacante do D.C. United, Chris Rolfe (camisa 18), marcar na partida vencendo o jogo no segundo tempo, no RFK Stadium, no dia 28 de outubro de 2015, em Washington, DC. (Jonathan Newton / The Washington Post via Getty Images)

2009 é espelho do final da temporada de 2008. O New England Revolution repete o mesmo baixo desempenho, falhando nas primeiras finais da MLS. Em 2010, o que já estava pouco se afundou. O time não chega nem a alcançar as finais das conferências, e o cenário se repete até 2012, um ano após cortarem laços com o técnico Steve Nicol, colocando em seu lugar o zagueiro Jay Heaps, que jogou para o Revs até 2009.

Em 2013, o time fica em terceiro lugar na divisão Leste e chega às finais da MLS, feito que não ocorria desde 2009. Já em 2014, o Revolution se supera, alcançando o segundo lugar na sua divisão, e competindo na MLS Cup, outro feito que renovou as esperanças, já que não ocorria desde 2007.  Contudo, perdem para o LA Galaxy de 1x2.

Na sua vigésima temporada no MLS, o New England Revolution sofre altos e baixos. O bom desenvolvimento do ano anterior inspirou o clube a reestruturar toda a equipe. Diversas trocas e vendas ocorreram durante a temporada. O Revs entra na WLS Cup em primeiro lugar na sua divisão, chega ao quarto round, perdendo de 0x1 para o D.C United. O time sai da competição em quinto lugar na divisão Leste e termina a temporada na décima primeira posição do quadro geral.

Em 2016, o Revs decai ao mediano. Em toda a temporada, o time acumula onze vitórias, nove empates e quatorze derrotas, terminando a temporada em sétima posição na divisão Leste e décima quarta no quadro geral. Ele chega a competir na U.S. Open Cup, mas perdem na final de 4x2 para o FC Dallas.

No mesmo ritmo do ano anterior, em 2017, O Revs pontua treze vitórias, seis empates e quinze derrotas, saindo da temporada do MLS na sétima posição da divisão Leste e decaindo uma posição no quadro geral em relação a temporada passada, ficando em décimo quinto lugar.

Em 2018, o Revs começa a MLS com uma derrota para o Philadelphia Union, acumulando um total de dez vitórias, onze empates e treze derrotas em toda a temporada. Não foi um bom ano para o New England que, novamente, não classificou para a MLS Cup. Foram eliminados no quarto round da U.S. Open Cup, perdendo para o Lousville City de 2x3.

BOSTON MA. - 7 DE NOVEMBRO: O New England Revolution celebra com o prêmio Supporters’ Shield depois da partida no Gillette Stadium, no dia 7 de novembro de 2021, em Boston, Massachussetts. O Revolution ganhou o primeiro título do Supporters’ Shield do clube, com uma pontuação recorde na MLS de 73 pontos. (Foto da equipe por Nancy Lane/MediaNews Group/Boston Herald)

O ano seguinte permanece na mesma média. O New England Revolution entrega onze vitórias, doze empates e onze derrotas. Do meio ao fim da temporada, se mantém invencível por onze partidas, quebrando a sequência para o Los Angeles FC. Infelizmente, são eliminados na primeira partida da final.

No que viria a ser seu último ano de intermediários até os dias atuais, o Revs melhora um pouco seu rendimento, acumulando oito vitórias, oito empates e oito derrotas na temporada, e classificando-se para a MLS Cup, onde chegou até a final, perdendo de 1x0 para o Colombus Crew SC.

Já em 2021, o time vangloria. O Revs, pela primeira vez, é premiado com o  Supporters’ Shield - prêmio anual concedido ao time de melhor performance da temporada no MLS. Foi um total de vinte e duas vitórias, sete empates e apenas cinco derrotas em toda a temporada. Ao que parece, o time se reestabeleceu e revigorou o desempenho em campo.

A promessa é de novas e promissoras contratações, e muita garra para acompanhar o mesmo nível em campo do ano de 2021.

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