Imagens de uma porta quebrada circularam em grupo de mensagens como sendo de responsabilidade do atacante Hulk. Jogador nega e diz que não estava no momento da confusão no vestiário.

A partida da Série A do Brasileirão entre Goiás e Atlético-MG segue causando polêmica. O lance da não expulsão de Danilo Barcelos na entrada em Guga causou muita discussão em campo e o clube mineiro apresentou reclamação formal à CBF, que acabou divulgando o vídeo da revisão do lance pelo VAR.

Atacante do Atlético-MG deu 24h para o Goiás se retratar das acusações de vandalismo na porta do vestiário após jogo no Serrinha. Foto Fernando Moreno/AGIF, reprodução: www.uol.com.br

Após o empate por 2 x 2 no estado da Serrinha e duras críticas contra a arbitragem, um membro da delegação do time mineiro teria danificado uma das portas do vestiário e o jogador Hulk acabou sendo acusado, sem qualquer prova, de ter cometido o ato de vandalismo.

A foto da porta danificada e a insinuação de que teria sido o atacante do Atlético o responsável foi postada em um grupo de mensagens da assessoria de imprensa do Goiás com a seguinte descrição: "Incrível Hulk e o chute que ele deu na porta na entrada do vestiário da arbitragem".

Fernando Lima, assessor do clube esmeraldino e o responsável pela divulgação da foto nas redes, emitiu nota nesta quarta-feira (04) pedindo desculpas ao atacante e disse que ao publicar a imagem com o texto não teve a intenção de ofender o jogador.

Segundo ele, a informação teria chegado através de terceiros e o mesmo eximiu-se da obrigação de checar os fatos antes de tomar alguma providência e por isso, associou a força do personagem “Hulk” ao jogador e ao ato de vandalismo no vestiário.

Foto da porta do vestiário danificada no estádio da Serrinha. Foto: ge.globo.com

Indignado com a acusação, o jogador também foi às redes se defender das acusações e notificou extrajudicialmente o Goiás para que o clube fizesse uma retratação pública sob consequência de medidas judiciais serem tomadas. Hulk nega ter participado da confusão na porta do vestiário, pois estaria em outra parte do estádio no momento da confusão.

Em nota de retratação, o assessor do Atlético-MG afirma que o ato foi impensado e sem o aval de qualquer dos membros da diretoria e terminou afirmando que arcaria com os custos dos reparos necessários.

Compartilhe esse conteudo